Não sei por que insisto em começar blogs (digo isso como se o fizesse sempre, mas na verdade o fiz - teoricamente - pela última vez em 2005). É como começar uma nova agenda, diário, ou qualquer registro que seja: péssimo.
Ainda bem que dessa vez só mudou mesmo o endereço e um pouquinho do formato. O arquivo tá ali embaixo bonitinho ainda, então meu começo aqui já foi.
Começos têm estranhamento. O sentimento pode ser disfarçado por aquele encantamento de "fazer acontecer", "finalmente!" ou coisa parecida, mas logo passa e fica só aquele não saber como agir. Temos que conhecer o outro, aprender - nos decepcionamos (com mais frequencia do que gostaríamos), causamos decepções. Fingimos. Se a pessoa já é um amigo, se os dois já se conhecem bem, não sabemos como agir quando a amizade deixa de ser só isso.
Ainda bem que dessa vez só mudou mesmo o endereço e um pouquinho do formato. O arquivo tá ali embaixo bonitinho ainda, então meu começo aqui já foi.
Começos têm estranhamento. O sentimento pode ser disfarçado por aquele encantamento de "fazer acontecer", "finalmente!" ou coisa parecida, mas logo passa e fica só aquele não saber como agir. Temos que conhecer o outro, aprender - nos decepcionamos (com mais frequencia do que gostaríamos), causamos decepções. Fingimos. Se a pessoa já é um amigo, se os dois já se conhecem bem, não sabemos como agir quando a amizade deixa de ser só isso.
Eu definitivamente não gosto de começos. Mas dessa vez eu ainda não quero um final. Não me faça querer.
|